Perguntas frequentes

O consórcio é uma modalidade de compra coletiva regulamentada pelo Banco Central do Brasil. Um grupo de pessoas paga parcelas mensais para um fundo comum, e a cada mês um ou mais participantes são contemplados com a carta de crédito para comprar o bem. Diferente do financiamento, não há cobrança de juros — apenas uma taxa administrativa diluída ao longo do prazo.
Depende do seu objetivo e urgência. No financiamento você paga juros altos — num imóvel de R$ 500 mil, pode pagar mais de R$ 1,5 milhão só de juros em 35 anos. No consórcio você paga o bem sem juros, com parcela menor e sem entrada obrigatória. O consórcio é ideal para quem tem planejamento; o financiamento para quem precisa do bem imediatamente.
Sim. O consórcio é regulamentado e fiscalizado pelo Banco Central do Brasil, conforme a Lei nº 11.795/2008. As administradoras precisam de autorização formal para operar e seguem regras rígidas de funcionamento. Trabalhamos exclusivamente com a HS Consórcios, administradora devidamente autorizada pelo Bacen.
Não tem juros. O que existe é uma taxa de administração — em média 23% do valor do crédito, diluída nas parcelas ao longo do prazo. Mesmo com a taxa, o custo total do consórcio é significativamente menor que o financiamento, onde os juros podem representar mais de R$ 1 milhão em contratos longos.
Existem três formas: Lance Embutido (usa parte do próprio crédito como lance), Lance com FGTS (usa o saldo do fundo de garantia) e Lance Livre (usa reserva própria). Com a estratégia certa de grupo e lance, é possível ser contemplado a partir de 12 meses.
O Lance Embutido permite usar parte do próprio crédito como lance para tentar a contemplação antecipada — sem precisar ter dinheiro extra guardado. Por exemplo: num consórcio de R$ 300 mil, você pode ofertar 30% como lance, receber os 70% restantes de crédito e comprar um imóvel de até esse valor.
Sim. O FGTS pode ser utilizado como lance para antecipar a contemplação ou para amortizar parcelas após ser contemplado. Para usar como lance, é necessário ter no mínimo 3 anos de trabalho com carteira assinada e não possuir imóvel residencial financiado pelo SFH.
Sim, dentro das regras da administradora. Você pode comprar imóvel pronto, na planta, terreno ou usar para construção. A carta de crédito tem poder de compra à vista, o que muitas vezes garante vantagem na negociação com o vendedor.
Sim. O consórcio em si não é um investimento, mas é uma ferramenta poderosa para investir em patrimônio. Ao usar o crédito para comprar um imóvel e alugá-lo, a renda do aluguel pode cobrir as parcelas restantes — gerando patrimônio com capital mínimo inicial.
É a estratégia de usar o crédito do consórcio para controlar um patrimônio muito maior do que o capital efetivamente desembolsado. Com aportes mensais acessíveis, você obtém uma carta de crédito para comprar um imóvel — que valoriza, gera aluguel e pode financiar novas cotas.
Não há garantia de prazo — a contemplação por sorteio pode acontecer no primeiro ou no último mês do grupo. No entanto, com a estratégia certa de grupo e modalidade de lance, é possível aumentar significativamente as chances de contemplação antecipada.
A análise de crédito não acontece na adesão — você pode entrar no consórcio independente do seu histórico de crédito. A verificação ocorre apenas no momento da contemplação, quando você vai usar a carta de crédito para comprar o bem.
Sim. Ter múltiplas cotas é uma das estratégias usadas por investidores para aumentar as chances de contemplação antecipada e acelerar a construção de patrimônio. Cada cota participa independentemente dos sorteios e lances.
A principal taxa é a taxa de administração — em média 23% do valor do crédito, diluída nas parcelas ao longo do prazo. Podem haver também fundo de reserva e seguro de vida/prestamista. Tudo é informado com transparência antes da contratação.
O consórcio tradicional é usado para comprar um bem específico. A alavancagem patrimonial usa o consórcio como instrumento dentro de uma arquitetura financeira maior — onde o objetivo não é apenas comprar, mas multiplicar patrimônio através de ciclos de aquisição, aluguel e reinvestimento.